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Analistas financeiros reduzem novamente previsão de crescimento do PIB em 2006 18/12/2006

Brasília, 18/12/2006 - Analistas do mercado e de instituições financeiras ouvidos pelo Banco Central (BC) na pesquisa boletim Focus reduziram ainda mais a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todas as riquezas produzidas no país) em 2006.

Segundo o relatório, divulgado hoje (18), a previsão caiu dos 2,8% estimados na semana passada para 2,76%. Na semana anterior a estimativa já tinha caído, passando de 2,86% para 2,8%.

Às vésperas do anúncio de uma série de medidas para promover o crescimento econômico, os analistas mantiveram a previsão de crescimento de 3,5% em 2007.

A projeção para a produção industrial também ficou estável: 3,09% em 2006 e 4% no próximo ano.

O boletim Focus, divulgado a cada segunda-feira, mantém em 50,10% a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB. Para o encerramento de 2007, a projeção cai para 49%.

A taxa básica de juros da economia (Selic), que fecha 2006 em 13,25% ao ano, deve ter nova redução em janeiro do próximo ano, quando ocorre a primeira reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). Segundo os economistas, a taxa deve cair 0,25% ponto percentual no próximo encontro do Copom, chegando ao final de 2007 a 12% ao ano.

Para a balança comercial, a previsão dos analistas aponta para superávit (quando as exportações superam as importações) de US$ 45 bilhões em 2006.

No próximo ano, os economistas estimam que a balança continuará positiva, mas em US$ 38 bilhões. Essa projeção vai de encontro à expectativa do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, que prevê  um crescimento das importações, provocado pelo aquecimento da produção nacional.

Na semana passada, ao fazer um balanço de sua atuação nos quatro anos de governo Lula, o minsitro não arriscou números, mas comentou que se o superávit ficar ao redor de US$ 40 bilhões no ano que vem será um movimento saudável para a economia brasileira.

 

 

 

 

 

Agência Brasil - Edla Lula

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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