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Especialistas estão mais reticentes sobre redução dos juros 29/01/2007

 

Brasília, 29/01/2007 - A menor redução na calibragem da taxa básica de juros (Selic), na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) da semana passada, quando o juro de referência caiu só 0,25 ponto percentual, deixou os analistas de mercado e de instituições financeiras menos otimistas quanto ao afrouxamento da política monetária.

Os economistas da iniciativa privada, que todas as sextas-feiras são consultados pelo Banco Central sobre tendências do mercado, acreditavam que a taxa Selic poderia chegar ao final do ano em 11,50%. Mas, diante do corte mais parcimonioso do colegiado de diretores do BC sobre os juros, eles agora acreditam que a taxa cairá, gradativamente, ao longo de 2007, para 11,75%, como mostra o Boletim Focus divulgado hoje (29) pelo BC.

A pesquisa semanal revela, também, que o mercado mantém a expectativa de que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas produzidas no país, não ultrapasse 2,73%, em 2006. Número que só será conhecido no final de abril quando o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgar a primeira parcial, que poderá ser revisada em junho.

De acordo com a pesquisa, eles acreditam em PIB de 2,73% no ano passado, e estimam 3,50% para este ano, a despeito das projeções mais fortes da equipe econômica. Caso esses números se mantenham, calculam que a relação entre dívida líquida do setor público e PIB encerrou 2006 em 50% -- o que significa que exatamente metade de tudo que o país produz está comprometido com o pagamento da dívida-- e projetam que a relação dívida/PIB deste ano cairá para 48,80%.

A pesquisa estima, ainda, que o saldo da balança comercia (exportações menos importações) será em torno de US$ 39 bilhões no ano, o que proporcionará saldo de US$ 7 bilhões em conta corrente, que envolve todas as transações comerciais e financeiras com o exterior. Também eleva a expectativa de entrada de investimento estrangeiro direto de US$ 16,50 bilhões para US$ 17 bilhões, e sustenta que a cotação do dólar norte-americano fechará 2007 valendo R$ 2,20.

 

 

 

 

 

Agência Brasil - Stênio Ribeiro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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