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Taxa básica de juros pode chegar a 9% em 2010, prevê economista 29/01/2007

 

Brasília, 29/01/2007 - Se fosse possível congelar a situação econômica dos mercados em todo o mundo, inclusive no Brasil, não seria demais dizer que a taxa Selic, usada como parâmetro pelas instituições financeiras praticarem suas próprias taxas, poderá chegar a 9% em 2010. O cenário, traçado pelo economista e ex-ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega, leva a uma taxa real de juros nunca vista na história do país.

“Desde setembro de 2005, o Copom reduz sistematicamente a taxa Selic a cada reunião, o que tem variado é o ritmo. Já foi 0,25 p.p no começo, depois 0,75 p.p, depois 0,50 p.p e agora foi 0,25 p.p novamente. Eu acho que essa vai ser a trajetória até encontrar um nível que seria de uma taxa de equilíbrio. E o Brasil terminaria o mandato do presidente Lula com taxa Selic por volta de 9% ou 10%, no máximo, que seria uma taxa real de juros da ordem de 5% a 6%, que será, sem dúvida, a mais baixa da história recente do país”, registrou o ex-ministro em entrevista à Radiobrás.

Maílson ressaltou, no entanto, que essa trajetória de declínio depende de fatores, inclusive externos, como o preço do barril do petróleo, a possibilidade de uma crise mundial que redundaria numa redução do fluxo de recursos para o Brasil, e uma conseqüente desvalorização cambial. Fatores que, como bem recordou o ex-ministro, fazem pressão sobre a inflação. “Tudo isso não deixa de ser um chute (a projeção de taxa real em 2010), porque tudo depende das circunstâncias do momento. Suponha que daqui a um ano ou dois anos, por alguma razão, haja um aumento substancial do preço do petróleo ou uma crise mundial que reduza os fluxos de recursos para o país. Ambos os fenômenos impactariam ou gerariam riscos para a inflação, o que obrigaria o BC a aumentar a taxa de juros”, explicou.

O ex-ministro lembra que a taxa de juros é o principal instrumento que o Banco Central tem para preservar a inflação baixa. E inflação controlada, para ele, é um meio de favorecer as classes mais pobres. “Nós estamos aprendendo, e cada vez mais, que inflação baixa é o que melhor pode existir para as classes menos favorecidas. Inflação alta, um pouquinho mais de inflação para fazer o país crescer, não compensa. É o caminho para beneficiar as classes mais favorecidas que têm condições de se defender de processos inflacionários”, disse.

 

 

 

 

 

Agência Brasil - Lana Cristina e Edla Lula

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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