Câmara do Japão
Japonês
Buscar: OK

Tópicos

 

 

 

 

 

 

(426)Você está em:
  • Home »
    • Câmara
      • » Notícias

Notícias

Selecione datas para filtrar: a OK
Mulheres ainda estão em desvantagem no mercado 08/03/2007

 

Brasília, 8/03/2007 - A população feminina ainda está em desvantagem na comparação com os homens no mercado de trabalho. Persistem diferenças salariais e “as mulheres têm menos oportunidades de tornar-se remuneradas e assalariadas que os homens”.

 

A avaliação consta do relatório Tendências Mundiais do Emprego para as Mulheres em 2007, elaborado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e divulgado nessa quarta-feira, véspera do Dia Internacional da Mulher.

Na última década, a taxa de desemprego feminina no mundo era de 6,6%, enquanto a masculina era de 6,1%. O pior reflexo está no índice de empregabilidade de mulheres jovens com idade entre 15 e 24 anos, 35,6 milhões de pessoas no ano passado. Segundo o estudo, elas têm mais dificuldade encontrar uma ocupação que os rapazes com a mesma idade.

No Oriente Médio e na África do Norte a proporção feminina empregadas está muito abaixo da masculina. Nessas regiões, “pouco mais de duas mulheres estão trabalhando para cada dez economicamente ativas, enquanto sete homens estão empregados" na mesma proporção, mostra a pesquisa.

No que diz respeito à remuneração, as mulheres de todo o mundo recebem 90% do que os homens ganham, ou até menos. “Isso acontece em empregos de alta e de baixa qualificação” em profissões consideradas “tradicionalmente femininas” como enfermagem e educação.

Para a coordenadora da área de gênero e raça da OIT no Brasil, Solange Sanches, apesar de as mulheres terem melhorado a participação no mercado de trabalho “elas estão em menor proporção como assalariadas e empregadoras”

Sanches destaca que as mulheres ocupam postos de trabalhos mais vulneráveis que os homens. São eles postos de empregada doméstica e dona de casa. “Essas são profissões vulneráveis, pois a atuação não é reconhecida como profissão, as mulheres não recebem salário adequado, e a executam em condições de total insegurança”.

O relatório da OIT a aponta que o primeiro passo para “atrair mais mulheres para o mercado de trabalho é o acesso igualitário à educação e qualificações necessárias para se competir no mercado de trabalho”.

 

 

 

 

 

Agência Brasil - Isabela Vieira

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Últimas

2020/12/04 » Receita Federal e Banco do Brasil iniciam arrecadação com Pix
2020/12/04 » Desentendimento político interrompe reforma tributária, diz Guedes
2020/12/04 » Pix tem 100 milhões de chaves registradas
2020/12/03 » Concessões de aeroportos, rodovias, portos e ferrovias entram no PPI
2020/12/03 » PPI tem 115 ativos para leilões e projetos de concessão em 2021
2020/12/03 » Venda de veículos automotores aumenta 0,45% de outubro para novembro
2020/12/03 » Produção industrial cresceu 1,1% em outubro, diz IBGE
2020/12/02 » CNI: produtividade do trabalho na indústria cresce 8% no 3º trimestre
2020/12/02 » Balança comercial registra superávit de US$ 3,73 bi em novembro
2020/12/02 » CNA prevê aumento da produção do agronegócio no próximo ano
2020/12/02 » População desocupada atinge 13,76 milhões em outubro
2020/12/01 » Ipea: investimentos têm alta de 3,5% em setembro
2020/12/01 » Contas públicas registram saldo positivo após oito meses de déficit
2020/12/01 » Estimativa do mercado financeiro para a inflação sobe para 3,54%
2020/11/30 » ANP retoma a 17ª Rodada de Licitações
2020/11/30 » Corretoras poderão atuar com pagamentos de boletos a partir de janeiro
2020/11/30 » Confiança da indústria atinge maior valor em dez anos, diz FGV
2020/11/30 » Fiscalização do Procon-SP registra infração em 70% de lojas visitadas
2020/11/30 » Taxa de desemprego passa de 13,3% para 14,6% no terceiro trimestre
2020/11/30 » Inflação do aluguel sobe e acumula 24,52% em 12 meses

Ver mais »