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Concorrência chinesa afeta mais de 50% dos exportadores brasileiros 08/03/2007

 

Brasília, 8/03/2007 - Os produtos chineses são concorrentes de 54% dos exportadores brasileiros. No mercado interno, uma em cada quatro empresas concorre com os importados da China. Os dados fazem parte da Sondagem Especial, divulgada hoje pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Conforme a pesquisa, a China tirou clientes de 58% das empresas brasileiras que disputam o mercado externo com os produtos daquele país. Dessas, 6% pararam de exportar porque não resistiram à concorrência, e os mais prejudicados foram os de vestuário, de couros e calçados. No mercado interno, 52% das indústrias expostas à competição chinesa perderam clientes. E os setores de têxteis; vestuário; equipamentos hospitalares e de precisão; e calçados, foram os mais afetados entre as 1.581 empresas pesquisadas.

 "A concorrência é cada vez maior. Por isso, é necessário criar um ambiente favorável  às empresas brasileiras para que elas possam competir em igualdade de condições com os estrangeiros", afirma o gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco. Ele destaca que salvaguardas e medidas antidumping são insuficientes para garantir a competitividade brasileira. "As empresas brasileiras precisam de melhores condições de produção, como a redução da carga tributária e do custo de capital, além de marcos regulatórios mais eficientes", diz o economista.

Conforme a pesquisa, 7% das pequenas e médias empresas que concorrem com a China pararam de exportar, e 61% delas perderam clientes para a indústria daquele país. Entre as grandes, apenas 2% deixaram de exportar. Mas 51% perderam parte da clientela.

 A Sondagem mostra ainda que 29%  das empresas definiram estratégias para enfrentar  a disputa com a China. Em 61% das grandes indústrias, a ordem é reduzir os custos e ganhar produtividade. Outras medidas que estão sendo adotadas são os investimentos em qualidade,  design e imagem do produto, redução de preços e busca de parceria com os chineses. “A China, com certeza, não é uma economia de mercado tradicional, e isso  acaba se tornando mais um fator de dificuldades para as empresas no Brasil”, destaca Castelo Branco.

A pesquisa da CNI foi feita entre os dias 5 de janeiro e 1º de fevereiro com 1.581 indústrias. Dessas, 1.367 são de pequeno e médio porte e 214 de grande porte.

 

 

 

 

Agência CNI

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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