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Inflação fica em 0,44% em fevereiro 09/03/2007

 

Rio de Janeiro, 9/03/2007 - O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), usado pelo Banco Central para fixar as metas de inflação, registrou em fevereiro alta de 0,44%, mantendo-se estável em relação a janeiro (0,44%).

Os dados divulgados hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que nos dois primeiros meses do ano a taxa foi influenciada principalmente pelo reajuste das mensalidades escolares, que subiram 4,26%.

Em fevereiro, os preços do grupo educação subiram 3,48% e contribuíram com mais da metade (0,24%) do resultado total da inflação. Os preços do grupo alimentação e bebidas subiram 0,78%, pouco menos do que em janeiro (0,84%).

As tarifas de ônibus urbanos também subiram menos (de 1,66% em janeiro para 1,60% em fevereiro), enquanto as passagens dos ônibus intermunicipais tiveram deflação de 0,07%, ante a alta de 2,24% de janeiro.

Ainda no grupo transportes, o álcool combustível, que subiu 7,23% em janeiro recuou para 0,81% em fevereiro; a gasolina de -0,57% em janeiro para -0,86% em fevereiro; e os automóveis usados, tiveram queda de 1,34% em fevereiro, contra alta de 1,34% em janeiro.

No período, a inflação mais alta foi em Salvador (1,18%) e a mais baixa, em Porto Alegre (-0,04%). Nos dois primeiros meses do ano, o IPCA ficou em 0,88%, inferior à taxa de 1,00% registrada no mesmo período de 2006.

Nos 12 meses fechados em fevereiro, a inflação oficial 3,02%, enquanto nos 12 meses imediatamente anteriores a taxa registrada foi de 2,99%.

A meta de inflação estabelecida pelo Banco Central para este ano é de 4,5%, podendo variar dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980 nas regiões metropolitanas de Salvador, Recife, Belo Horizonte, São Paulo, Belém, Rio de Janeiro, Fortaleza, Curitiba e Porto Alegre, além de Brasília e Goiânia. O cálculo tem por base os preços de produtos e serviços consumidos por famílias com rendimento mensal de um a 40 salários mínimos.

 

 

 

 

 

Agência Brasil - Cristiane Ribeiro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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