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Novo método do IBGE eleva resultado da economia brasileira entre 2000 e 2005 21/03/2007

 

Brasília, 21/03/2007 - O novo método de calcular o Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas pelo país, aumentou os resultados apresentados pela taxa de crescimento para o período entre 2002 e 2005. Os números foram apresentados hoje (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 2005, por exemplo, a informação anterior era de que o crescimento em relação a 2004 havia sido de 2,3% e com o novo cálculo, que inclui um detalhamento maior da análise do PIB foi verificado um crescimento de 2,9%. Em 2004, o crescimento do PIB passou de 4,9% para 5,7%. Nos dois anos anteriores, o novo cálculo mudou as taxas de crescimento econômico de 1,9% para 2,7%, em 2002, e de 0,5% para 1,1%, em 2003.

Segundo o IBGE, entre 1995 e 2001 apenas o ano de 1997 teve uma taxa de crescimento maior com o novo cálculo. Os anos de 1996 e de 1998 tiveram crescimento menor do que o IBGE havia divulgado anteriormente com o cálculo antigo. Em 2001, o valor se manteve estável em 1,3%.

O novo método de calcular o PIB trabalha com mais fontes de informação e leva em consideração 293 produtos e 149 atividades econômicas. Segundo o presidente do IBGE, Eduardo Nunes isso permite fazer um cálculo mais preciso.

Entre as mudanças na metodologia está o uso de informações anuais da Declaração de Imposto de Renda da Pessoa Jurídica, que serão repassadas ao instituto pela Receita Federal. Outra novidade será o uso de informações das quatro pesquisas anuais setoriais realizadas pelo IBGE: indústria, comércio, serviços e construção civil.

O IBGE aumentou o número de atividades econômicas analisadas, que passaram de 43 para 149. O número de produtos avaliados também foi ampliado de 80 para 293.

Entenda as mudanças das regras para calcular o PIB do país

 O novo método de calcular o Produto Interno Bruto (PIB), índice que mostra a soma de todas as riquezas produzidas no país, passou a trabalhar com mais fontes de informação e leva em consideração 293 produtos e 149 atividades econômicas. O indicador é divulgado a cada três meses e começou a ser calculado na década de 1950. A penúltima revisão de seu cálculo havia acontecido em 1997.

Entre as novas mudanças na metodologia está o uso de informações anuais da Declaração de Imposto de Renda da Pessoa Jurídica, que serão repassadas ao instituto pela Receita Federal. Outra novidade será o uso de informações das quatro pesquisas anuais setoriais realizadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): indústria, comércio, serviços e construção civil. O IBGE aumentou o número de atividades econômicas analisadas, que passaram de 43 para 149. O número de produtos avaliados também foi ampliado de 80 para 293.

Segundo o presidente do IBGE, Eduardo Nunes, isso permite fazer um cálculo mais preciso. "Agora nós temos muito mais informações para usar na hora de fazer essa estimativa do que tínhamos anteriormente, como por exemplo, fazemos pesquisas anualmente junto à indústria, comércio, serviço e transporte e utilizamos dados do imposto de renda declarado por essas mesmas empresas", disse.

A apresentação da pesquisa hoje registra que a nova série tem valores finais para o período entre 2000 e 2003, pois incorporam as pesquisas anuais do IBGE e dados do Imposto de Renda de pessoa jurídica. Para 2004, os dados são considerados pelo IBGE como semi-definitivos, por não incorporarem as informações do Imposto de Renda da pessoa jurídica e, para 2005, são preliminares, por terem sido estimados pela soma dos trimestres. Segundo o IBGE, os dados definitivos de 2004 e 2005 serão divulgados até o final do ano.

 

 

 

 

 

Agência Brasil - Vítor Abdala

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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