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Queda nas exportações diminui produção automobilística no trimestre 05/04/2007

 

São Paulo (Brasil), 5/04/2007 - O ritmo fraco da produção da indústria automobilística no primeiro trimestre do ano se deve à queda das exportações nesse período, explicou o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Rogelio Golfarb, hoje (5) em São Paulo. De acordo com os dados divulgados pela entidade, as exportações caíram 9,5% no trimestre em relação ao mesmo período do ano passado.

Este ano foram exportadas 182.129 unidades ante 201.243 no ano passado. As exportações cresceram em relação a fevereiro (6,8%, 68.581 contra 64.233), mas caíram 5,3% em relação a março de 2006 (quando foram vendidos para o exterior 72.404 veículos).

Em março as montadoras produziram 246.475 veículos contra 203.450 em fevereiro (21,1%). Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a produção foi 7,4% maior. No trimestre a produção cresceu 45% comparado ao mesmo período do ano anterior.

Já as vendas registraram índices mais elevados do que a produção. Foram comercializados em março 31,8% mais veículos nacionais e importados do que no mês anterior (193.450, contra 146.765). Comparado ao mesmo mês de 2006, o aumento foi de 23,4% e no trimestre, 18,1%.

Segundo Rogelio Golfarb, março foi o segundo melhor mês em vendas, depois de dezembro de 2006, e isso se deve ao ambiente econômico favorável. “O que colabora para esse aumento significativo nas vendas é o volume de crédito, aumento de renda, juros em queda e o alongamento dos financiamentos, além da competitividade entre os bancos”.

Golfarb destacou que a queda das exportações vem ocorrendo devido à grande dificuldade competitiva com o mercado externo. “Nós não estamos falando do câmbio, que compensava ineficiências que nós temos. Hoje não compensa mais, portanto precisamos atacar essas ineficiências”. De acordo com ele entre as ineficiências estão a taxa de juros e a questão tributária.

Ele informou que o setor deve enviar ao governo em pouco mais de um mês um estudo de competitividade que abrangerá todos os aspectos que afetam a indústria automobilística. “Nós estamos fazendo uma radiografia da competitividade brasileira e essa é a melhor contribuição que podemos dar no momento em que o Brasil cresce, e sem dúvida caminhará a uma abertura maior. Portanto a melhor proteção é a competitividade”.

 

 

 

 

 

Agência Brasil - Flávia Albuquerque

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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