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Nordestinas gastam maior média de horas com trabalhos em casa, aponta IBGE 17/08/2007

 

Rio de Janeiro, 17/08/2007 - Os homens nordestinos são os que menos contribuem com os afazeres domésticos. De acordo com um levantamento divulgado hoje (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), pouco menos da metade (46,7%) dos homens participavam, em 2005, da realização dos serviços do lar, enquanto nove em cada dez nordestinas realizam essas tarefas.

Com isso, as mulheres da região gastam a maior média de horas com trabalhos em casa: mais de cinco horas por dia, enquanto os homens dedicam menos da metade, cerca de duas horas por dia. No outro extremo, aparece a Região Sul, onde a participação masculina é de 62%.

Lá, no entanto, eles gastam menos tempo com os trabalhos domésticos: pouco mais de uma hora e meia por dia. Já a participação feminina, em todas as regiões brasileiras, é bastante superior à dos homens. Na média nacional, aquelas que realizam afazeres domésticos correspondem a 90,5% enquanto entre os homens essa proporção cai para 51%.

Para Cristiane Soares, responsável pelo levantamento, essa realidade reflete a presença marcante de características ligadas à discriminação entre os gêneros na Região Nordeste. Para ela, o fato de naquela região a desigualdade de participação entre homens e mulheres ser maior é fruto de uma cultura machista.

Por outro lado, o menor número de horas dedicado pelos homens ao trabalho doméstico observado na Região Sul, revela outra realidade: a escolaridade, que é maior entre a população dessa região, como fator fundamental para a redução no tempo dedicado aos trabalhos domésticos. Segundo o estudo, isso ocorre tanto entre homens como mulheres.

“Com certeza, esses resultados mostram um machismo mais acirrado nas regiões Norte e Nordeste. Com relação à jornada doméstica, nós observamos que como a escolaridade traz impactos diretos ao rendimento, quanto mais anos de estudos, menor é o tempo de trabalho em casa. Quem tem condições financeiras consegue contratar profissionais que façam esses serviços”, destacou.

O estudo não apontou, no entanto, diferença significativa entre a população em função da cor na média nacional. Verificou-se que as mulheres pretas ou pardas (25,7 horas semanais) superam levemente as brancas ( 24,9 horas semanais). No Nordeste,  a diferença é maior. As mulheres pretas e pardas gastam cerca de 27 horas semanais nestas atividades, quase 4 horas por dia.

O levantamento foi realizado com base nas informações sobre atividades domésticas contidas Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) referentes aos anos de 2001 e 2005.

 

 

 

 

Agência Brasil - Thaís Leitão

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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