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Locação de casas e apartamentos tem quarto mês seguido de queda em SP 22/08/2007

 

São Paulo, 22/08/2007 - Pelo quarto mês seguido, o mercado de locação de imóveis teve desempenho negativo na cidade de São Paulo. O número de contratos firmados em julho foi 1,56% inferior ao de junho, segundo pesquisa feita pelo Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (CRECI-SP) com 440 imobiliárias. O índice de locação da Capital recuou de 2,1101 para 2,0773 no período.

As imobiliárias consultadas alugaram 914 imóveis, sendo 52,41% casas e 47,59% apartamentos. A maioria dos imóveis alugados - 53,92% - estava na faixa de até R$ 600,00. Neste ano, o número de meses com resultados negativos (4) é maior do que o com resultados positivos (3). (ver tabela abaixo).

"Tivemos resultados positivos nos três primeiros meses do ano, com fevereiro registrando o excepcional crescimento de 4,79%, e depois derivamos para um perfil de desempenho negativo do mercado, numa espécie de entressafra prolongada", afirmou o presidente do CRECI-SP, José Augusto Viana Neto. Ele explicou os bons resultados do primeiro trimestre com a natural acomodação de muitas famílias e pessoas solteiras às novas condições de vida que passam a enfrentar no início de ano.

"A troca de escola dos filhos leva à mudança de bairro, universitários aprovados em vestibulares passam a vir morar na Capital, filhos maiores aproveitam as férias de verão para alugar seu próprio imóvel e famílias insatisfeitas com o lugar onde moram aproveitam o período em que estão de folga para trocar de casa", explicou Augusto Viana. "Depois desse movimento que agita todo o mercado, os negócios tendem a ser mornos."

Em julho, o aluguel que mais aumentou - 6,3% - foi o de casas de 4 dormitórios situadas em bairros agrupados na Zona de valor C, como Lapa, Mooca e Saúde. O aluguel médio passou de R$ 1.481,63 para R$ 1.575,00 no período. Já a locação que mais baixou foi a de apartamentos de 1 dormitório localizados na Zona de valor E, que agrupa bairros como Itaquera, Jardim Ângela e Itaim Paulista. O valor médio desse tipo de imóvel estava em R$ 297,06 em junho e passou para R$ 293,14 em julho.

Devoluções e inadimplência em alta

A pesquisa CRECI-SP constatou que houve um aumento de 30,12% no número de chaves devolvidas pelos inquilinos às imobiliárias - em junho, o volume de devoluções correspondeu a 39,94% dos imóveis alugados, percentual que subiu para 51,97% em julho.

O índice de inadimplência também teve alta neste mês. Segundo as imobiliárias consultadas pelo CRECI-SP, o percentual de inquilinos que atrasaram o aluguel subiu 3,63% na comparação com o mês anterior. Estavam inadimplentes em julho 6,54% dos contratos em carteiras nas 440 imobiliárias.

O período teve resultados negativos também no Judiciário paulista. Os fóruns da Capital registraram um aumento de 21,05% no número de ações propostas, que passaram de 1.805 em junho para 2.185 em julho. As ações consignatórias dobraram - eram 12 e saltaram para 24, aumento de 100%.

O número de ações renovatórias do valor do aluguel cresceu 96,43%, de 28 em junho para 55 em julho. As ações ordinárias tiveram crescimento de 24,44%, passando de 135 para 168, e as propostas por falta de pagamento aumentaram 18,9% - de 1.630 para 1.938 no intervalo analisado.

Imóveis usados têm segundo mês de baixa 

As vendas de imóveis usados na cidade de São Paulo tiveram nova queda em julho, segundo pesquisa feita pelo CRECI-SP com 440 imobiliárias. O índice de vendas da Capital estava em 0,4944 e caiu para 0,4841 no período. Em junho, as vendas haviam sido 2,21% inferiores às de maio.

A maioria desses imóveis foi vendida à vista (60%), sendo que os preferidos foram aqueles com valor efetivo de venda de até R$ 100 mil - 54,40%. Entre as faixas de valor, duas praticamente se igualaram na preferência dos compradores: a dos imóveis entre R$ 61 mil e R$ 80 mil concentrou 18,65% dos negócios, e a daqueles com valores entre R$ 81 mil e R$ 100 mil ficou com 16,58% do total.

A pesquisa CRECI-SP registrou em julho 12 ocorrências de alta e 8 de baixa de preços no segmento de casas. O imóvel que ficou mais caro - 8% - foi o de padrão standard construído entre 8 e 14 anos e localizado na Zona E, que agrupa bairros como Brasilândia, Pedreira e Pirituba, entre outros. O preço médio do metro quadrado estava em R$ 700,76 em junho e subiu para R$ 756,83 em julho.

O preço de casa que mais baixou foi a de padrão médio, construída entre 8 e 14 anos e localizada em bairros da Zona B, como Aclimação e Jardim São Bento. O valor médio do metro quadrado passou de R$ 1.947,64 em junho para R$ 1.837,03 e julho, uma queda de 5,68%.

No mercado de apartamentos, segundo a pesquisa CRECI-SP, foram 16 ocorrências de alta dos preços médios e 6 de baixa. O maior aumento, de 7,16%, aconteceu na Zona E, onde imóveis do padrão standard com 8 a 14 anos de construção foram vendidos a R$ 740,76 o metro quadrado em julho, valor que era de R$ 691,27 em junho.

Foi também na Zona E que a pesquisa CRECI-SP constatou a maior baixa do preço de apartamentos. Imóveis mais antigos de padrão médio, construídos há mais de 15 anos, foram negociados pelo preço médio do metro quadrado de R$ 851,79, uma queda de 7,72% em relação aos R$ 923,07 de junho.

Evolução das vendas em São Paulo
Janeiro: - 2,56%
Fevereiro: - 2,35%
Março: + 2,27%
Abril: +1,82%
Maio: + 2,69%
Junho: -2,21%
Julho: - 2,08%
ANO:  -3,18%

Evolução da locação em São Paulo
Janeiro: + 0,68%
Fevereiro: + 4,79%
Março: + 2,78%
Abril: - 1,1%
Maio: - 0,33%
Junho: - 2,89%
Julho: - 1,56%
ANO:- 4,70%

 

 

 

 

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