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Especialistas melhoram projeção para o crescimento da produção industrial 08/10/2007

 

Brasília, 8/10/2007 - A produção industrial deste ano deve crescer em torno de 5%, e não mais 4,94% como haviam estimado, na semana passada, os analistas de mercado e de instituições financeiras que todas as sextas-feiras são consultados pelo Banco Central sobre tendências dos principais indicadores da economia. Eles mantiveram, contudo, a projeção de 4,50% para o crescimento do setor no ano que vem.

A estimativa consta do Boletim Focus, divulgado hoje (8) pelo BC, com os resultados da pesquisa realizada na última sexta-feira (5). A pesquisa mantém a estimativa de 4,70% para o crescimento, neste ano, do Produto Interno Bruto (PIB), a soma das riquezas produzidas no país. Repete também a projeção de 4,40% para 2008, em que pese o esforço do governo com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Mesmo sem aumentar a perspectiva de crescimento da economia, os analistas financeiros refizeram os cálculos sobre a dívida líquida do setor público (DLSP) e concluíram que a relação dívida/PIB deve encerrar este ano em 43,30%, e não mais 43,54% como haviam calculado na semana passada. Eles mantiveram, contudo, a estimativa de 42% para a equivalência dívida/PIB no final de 2008.

A projeção de investimento estrangeiro direto (IED) no setor produtivo em 2007 aumentou de US$ 28 bilhões para US$ 29 bilhões. A pesquisa manteve, porém, a estimativa de US$ 22 bilhões para o próximo ano, embora as agências financeiras internacionais tenham melhorado a posição do Brasil no ranking dos países mais seguros para investimento.

A pesquisa do BC também repete o cálculo de US$ 42 bilhões para o saldo da balança comercial (exportações menos importações) neste ano, e estima redução para US$ 35 bilhões no ano que vem. Com isso, o saldo de conta corrente, que envolve todas as transações comerciais e financeiras com o exterior, deve fechar este ano em US$ 10,20 bilhões e cair para cerca de US$ 4,50 bilhões em 2008.

São estimativas de um cenário de mercado no qual a moeda norte-americana fechará 2007 cotada a R$ 1,85 (ante R$ 1,86 na pesquisa anterior) e terminará 2008 valendo R$ 1,90. Considera, ainda, que a taxa básica de juros (Selic), hoje de 11,25% ao ano, deve cair para 11% na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) e descer até 10,25% ao longo do ano que vem.

 

 

 

 

Agência Brasil - Stênio Ribeiro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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