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Inflação medida pelo Dieese fica quase estável mesmo com altas em alimentos e saúde 07/05/2008

 

São Paulo, 7/05/2008 - O Índice do Custo de Vida (ICV), medido pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), apresentou ligeiro recuo em abril, passando de 0,45% (março) para 0,42%. Nos últimos 12 meses, a taxa acumula alta de 4,70% e, dos dez grupos pesquisados, o de alimentos teve a alta mais expressiva no período (11,66%). Considerando apenas abril último, o grupo alimentício variou 0,55% e o de saúde (1,07).

Segundo a coordenadora da pesquisa de preços do Dieese, Cornélia Nogueira Porto, os grupos alimentos e saúde foram os principais responsáveis pela pressão inflacionária na cidade de São Paulo, impedindo uma queda expressiva do ICV. Cornélia disse que os efeitos podem ser apenas momentâneos e que não existe risco concreto de explosão. Ela observou que o perigo está no aumento da demanda, por medo da volta de correções desenfreadas.

“Por enquanto, não se nota contaminação inflacionária, porque são aumentos pontuais de produtos”, afirmou a coordenadora da pesquisa.

Cornélia Porto exemplificou com o pãozinho, que teve alta média de 9,74%. Agora em maio, “não temos informação de novo reajuste”, disse ela. O pãozinho foi um dos subítens que empurraram para cima o segmento de produtos industriais (1,36%). Outros alimentos derivados do trigo que também subiram foram as massas (2,47%) e farinha de trigo (6,27%). Para o óleo de soja, a elevação foi de 2,28%, para o arroz, de 2,13%, e para o leite in natura, de 1,56%.

Houve queda nos preços do açúcar (-5,36%) e do café (-1,37%), do feijão (-10,40%), do alface (- 6,93%) e dos ovos (-4,48%).

No grupo saúde, além da elevação de preços dos remédios e produtos farmacêuticos (0,87%), houve aumento dos planos de saúde (1,27%).

De acordo com a pesquisa do Dieese, foi praticamente estável a diferença de variação inflacionária entre pobres, classe média e ricos. No entanto, os que ganham menos (na média R$ 377,49%) foram os que mais sentiram os aumentos de preços com inflação em 0,47%. Para as faixas de renda maior (R$ 2.792,90), o índice ficou em 0,42%. Na classe intermediária (R$ 934,17), foi constatada a menor taxa (0,40%).

 

 

 

 

 

Agência Brasil - Marli Moreira

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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