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Fiesp aponta redução de jornada e de salário como única forma de evitar demissões 15/01/2009

 

São Paulo, 14/01/2009 - O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, afirmou hoje (14) que a redução da jornada de trabalho e do salário é a única forma de evitar demissões nesse período de crise econômica global.

Segundo ele, essa é a posição de todo o Conselho Superior Estratégico da Fiesp, que se reuniu hoje, em São Paulo, para discutir os efeitos da crise no mercado de trabalho da indústria. “Isso está na lei, já existe essa previsão de reduzir jornada e salário. Nós pusemos um ingrediente novo oferecendo cursos profissionalizantes gratuitos no tempo ocioso dos trabalhadores para que eles possam aproveitar esse tempo para se aprimorar.” Estiveram presentes na reunião cerca de 30 empresários das maiores empresas do país.

Skaf ressaltou que, com isso, os empresários estão conscientizando a sociedade de que o país vive um momento atípico, especial, que exige coragem para tomar iniciativas e usar instrumentos que a lei já prevê. “Nesse sentido, já houve essa comunicação aos sindicatos patronais e dos trabalhadores e às empresas para que busquem entendimento. O último recurso é demissão. Ninguém quer demitir.”

Ele explicou que os acordos para garantir estabilidade devem ser feitos entre as empresas e os sindicatos. “Claro que, por um tempo determinado em que vá haver redução de jornada e salário, nesse período em que se fizer o acordo, haverá preocupação com a manutenção do emprego. A preocupação é a de que o emprego seja mantido”.

Skaf afirmou que a intenção é minimizar o problema das demissões, que já vêm ocorrendo. “Queremos dar uma saída às empresas para evitar as demissões. Ninguém quer um chefe de família sem trabalho.”

Após a reunião, Skaf disse também que quer ver a lista de empresas beneficiadas pelo governo com recursos públicos, referindo-se a uma afirmação do ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, segundo a qual o governo teria feito sua parte para ajudar as empresas que, no entanto, não estariam cumprindo a promessa de garantir os empregos dos funcionários.

 

Skaf destacou que o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), reduzido pelo governo para incentivar a compra de veículos novos, incide diretamente no preço pago pelo consumidor, e não na carga tributária paga pelas empresas.

“A inciativa do governo de reduzir uma parte desses impostos que são pagos por todo o setor, e considerando que imediatamente essa redução passe para o setor, não se enquadra em uma situação de empresas usando recursos do governo”, ressaltou. (Agência Brasil - Flávia Albuquerque)



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