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São Paulo lidera queda no nível de emprego com carteira assinada em dezembro 19/01/2009

 

Brasília, 19/01/2009 - Com a alta do desemprego da indústria de transformação, o estado de São Paulo apresentou a maior queda no nível de emprego formal no mês de dezembro de 2008. Segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado hoje (19), pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi, São Paulo perdeu 285.532 postos de trabalho em dezembro.

O segundo estado em que foram registradas mais perdas de postos de trabalho foi Minas Gerais, com 88.062 empregos a menos. O Paraná é o terceiro da lista, com saldo negativo de 49.822 postos de trabalho com carteira assinada. O ministro do Trabalho afirmou que o governo deve anunciar medidas para conter a queda no emprego nos setores mais afetados pela crise.

“Temos que tomar medidas mais fortes. A queda da taxa de juros irá ajudar a indústria da transformação”, disse Lupi, acrescentando que o momento é de ter cautela. “Penso que o momento de crise não é de se retirar direitos. É momento de sentar, como pessoas civilizadas, sem acusação, e discutir saídas que não tirem empregos e direitos do trabalhador.”

Assim como fez presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que minimizou os efeitos da crise no Brasil, afirmando que ela seria uma “marolinha”, Lupi disse que “toda onda acaba em espuma”. “A onda já está acabando e vocês se surpreenderão com a reação do mercado de trabalho brasileiro a partir de março”, disse o ministro do Trabalho.

Para ele, o pior momento da crise econômica no país já passou. “O Brasil não viverá momentos mais graves do que já viveu. Teremos os meses de janeiro e fevereiro fracos na geração de empregos, mas positivos e teremos, em março, o começo da retomada forte na geração de empregos”, afirmou.

Segundo Lupi, os efeitos das medidas tomadas para conter os impactos da crise no país demoram para chegar ao mercado, o que deve ocorrer, no final do primeiro trimestre do ano. “Isso é todo um processo. Temos linhas de financiamento, que foram feitas entre setembro e outubro, que demoram para chegar a quem precisa. Janeiro e fevereiro são meses de férias escolares e vários setores ficam praticamente paralisados.  Mas em março haverá recuperação dos empregos." (Agência Brasil - Ivan Richard)



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