Câmara do Japão
Japonês
Buscar: OK

Tópicos

 

 

 

 

 

 

(426)Você está em:
  • Home »
    • Câmara
      • » Notícias

Notícias

Selecione datas para filtrar: a OK
Centrais sindicais vão ao Planalto pedir redução de impostos e da taxa de juros 19/01/2009

 

Brasília, 19/01/2009 - Ao chegar ao Palácio do Planalto para reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os dirigentes das principais centrais sindicais brasileiras afirmaram que cobrariam dele a redução da taxa básica de juros (Selic), de impostos e do superávit primário e também que o crédito chegue às micro e pequenas empresas para evitar demissões por causa da crise financeira mundial.

Para o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique, a hora é do Banco Central adotar política ousada e reduzir mais a Selic, que hoje está em 13,75% ao ano. “Para vocês verem, 1% na redução da taxa de juros representa R$ 15 bilhões a mais na economia”, disse ele, reforçando que o Banco Central precisa de uma proposta muito mais ousada de queda dos juros.

O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, defende queda de dois pontos percentuais na taxa e juros e propõe aumentar para até dez parcelas o seguro-desemprego, retroativo a dezembro passado. “Isso para garantir alguma sobrevida para as pessoas que são demitidas”, explicou.

Segundo o sindicalista, o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) tem recursos para bancar mais parcelas. Ele informou que vai sugerir ao presidente aumento de 15% no salário mínimo.

Outra proposta dos sindicalistas é criar um banco de horas nos próximos três meses sem redução do salário, ou seja, os trabalhadores ficariam devendo horas de trabalho ao empregador. Elas seriam usadas quando a economia estivesse aquecida. “Reduzir salário, reduzir renda é um tiro no pé, é contra quem quer fazer proposta para sair da crise”, afirmou Henrique.

O presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, criticou os bancos por usarem crédito facilitado pelo governo para a compra de títulos públicos. Segundo ele, o acesso a financiamentos deve ser facilitado para as micro e pequenas empresas.

"Achamos um absurdo quando se permitiu a utilização do compulsório pelos bancos para a compra de títulos públicos, em vez de se capilarizarem os recursos para os bancos pequenos”, afirmou Patah. (Agência Brasil - Carolina Pimental)



Últimas

2021/01/27 » Pandemia e fim dos auxílios podem reverter retomada econômica
2021/01/27 » Confiança na construção civil recua depois de seis altas, diz FGV
2021/01/27 » Confiança do consumidor cai pelo quarto mês consecutivo
2021/01/27 » Custo da construção sobe 0,93% em janeiro, anuncia a FGV
2021/01/26 » Micro e pequenas empresas têm até sexta-feira para aderir ao Simples
2021/01/26 » Queda na arrecadação foi “resultado excelente”, diz Guedes
2021/01/26 » Confaz divulga nova tabela de preços médios de combustíveis
2021/01/25 » Pendências com o Simples atingem quase dois terços das empresas
2021/01/25 » Cepal: exportações da América Latina e do Caribe caíram 13% em 2020
2021/01/25 » Brasileiros acreditam que inflação será de 5,2% nos próximos 12 meses
2021/01/25 » Como contribuir para o INSS por conta própria
2021/01/25 » Como contribuir para o INSS por conta própria
2021/01/22 » Emprego cresce na indústria em um movimento atípico para dezembro
2021/01/22 » Monitor do PIB aponta alta de 1,1% na atividade econômica em novembro
2021/01/22 » Pesquisa da Conab indica queda na produção nacional de café em 2021
2021/01/21 » Entidades consideram acertada manutenção da Selic em 2% ao ano
2021/01/21 » Copom mantém juros básicos da economia em 2% ao ano
2021/01/21 » Governo federal lança sistema para simplificar a abertura de empresas
2021/01/20 » ANP regulamenta indicação de áreas para exploração de petróleo e gás
2021/01/20 » Bancos Inter, Itaú e Caixa lideram ranking de reclamações ao BC

Ver mais »