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Crise provoca pior trimestre dos últimos dez anos na indústria brasileira 30/01/2009

 

Brasília, 29/01/2009 - Diante da baixa demanda provocada pela crise econômica mundial, a indústria brasileira registrou, no fim de 2008, o pior trimestre dos últimos 10 anos. Segundo a Sondagem Industrial, apresentada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) hoje (29), os efeitos foram sentidos na redução da produção e no número de empregados.

O nível de atividade da indústria caiu para 40,8 pontos no quarto trimestre de 2008, o menor desde 1999. O número significa uma queda de 17 pontos em comparação com terceiro trimestre de 2008, que tinha ficado em 57,8 pontos. Os indicadores usados pela CNI na pesquisa feita com 1.407 empresas industriais de todo o país, vão de 0 a 100, em que a partir de 50 os índices representam resultados satisfatórios.

Junto com a queda na atividade industrial, outros indicadores apresentaram resultados negativos. O emprego, que estava em 54,4 pontos, recuou para 44 – desde 2006 a indústria não apresentava o indicador sobre postos de trabalho abaixo de 50 pontos. Os estoques de produtos finais também apresentaram forte alta, atingindo 53,5 pontos. No caso dos estoques, o indicador acima de 50 pontos significa que as indústrias não venderam como planejavam e os produtos não foram escoados.

Para fechar o quadro ruim, a Utilização da Capacidade Instalada (UCI) se reduziu em 4 pontos percentuais, chegando a 74%. De acordo com o gerente de pesquisas da CNI, Renato da Fonseca, não há previsões claras para os próximos seis meses, mas as expectativas não são boas.

“As perspectivas dos empresários são muito pessimistas para os próximos 6 meses. Tanto em termos de demanda, quanto empregos e compra de matérias primas, eles esperam uma forte queda”, avaliou.

Segundo ele, mesmo esperando pela desaceleração da economia, a crise foi mais forte que o esperado. “A desaceleração era esperada, mas não com a intensidade que aconteceu. Ou seja, a crise realmente chegou muito forte. Haviam indícios de que iria acontecer uma retração no final do ano, mas não como indicaram os números apresentados”. (Agência Brasil - Mariana Jungmann)



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