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Efeito mais forte da crise vai atingir empresas menores ainda neste semestre, diz CNI 30/01/2009

 

Brasília, 29/01/2009 - As pequenas empresas brasileiras ainda devem sentir de maneira mais relevante os efeitos da crise econômica que vem derrubando empregos em todo o mundo. De acordo com o gerente de pesquisa da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), Renato da Fonseca, o que ocorreu é que as grandes empresas industriais sentiram primeiro os efeitos da crise por causa da queda nas exportações.

“Não significa que as pequenas empresas não sentiram nada, apenas que as grandes sentiram mais fortemente os efeitos até aqui. Mas as pequenas também vão sentir porque muitas delas fornecem para as grandes, elas estão na cadeia de produção”, disse. Segundo ele, esses efeitos devem aparecer para os pequenos empresários ainda neste primeiro trimestre de 2009.

A falta de demanda e a inadimplência dos clientes estão entre os principais problemas citados pelos industriais, ao lado da alta carga tributária, que, historicamente, é indicada como item número um nos entraves para o crescimento da indústria. As empresas de todos os portes se mostraram satisfeitas com a situação financeira, mas insatisfeitas com a margem de lucro, e reclamaram da dificuldade de acesso a crédito.

Os setores de atividade que mais estão sendo afetados são o de veículos automotores, metalurgia básica, couros e borracha. Todos ficaram com os indicadores de crescimento abaixo de 30 pontos. O indicador vai de 0 a 100, e a partir de 50 pontos o setor apresenta crescimento.

“As medidas para aumentar a venda de automóveis não vão atingir necessariamente a indústria de veículos automotores como um todo, já que existem as peças que são vendidas separadamente”, afirmou.

Os setores de bebidas, limpeza e perfumaria, além de vestuário foram os únicos que apresentaram crescimento, com indicadores acima de 52 pontos. Ainda segundo Fonseca, esse crescimento tem influência sazonal, já que o período que antecede as festas de fim de ano favorece a compra de bebidas e roupas. (Agência Brasil - Mariana Jungmann)



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