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Nível de emprego caiu na indústria paulista em janeiro 13/02/2009

 

São Paulo, 13/02/2009 - O nível de emprego na indústria paulista caiu 1,34% em janeiro deste ano, em relação a dezembro de 2008. No total, foram 32,5 mil vagas a menos na indústria, comparando os mesmos períodos. Em relação a janeiro de 2008, houve queda de 2,22%, o que corresponde a 54,5 mil vagas a menos. Com ajuste sazonal, a queda em janeiro foi de 1,86%. Os dados foram divulgados hoje (13) pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e pelo Centro das Indústria do Estado de São Paulo (Ciesp), que agora fazem o levantamento em conjunto. A pesquisa abrange 3.039 empresas no estado e cobre 1.123.892 empregos.

O diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Fiesp e do Ciesp, Paulo Francini, afirmou que a queda no nível de emprego na indústria paulista não é habitual e está diretamente ligado à crise econômica global. “O número é menor do que em dezembro, mas ganha importância pelo fato de que deixa de crescer. Desde 2002 não temos na série um janeiro tão ruim. A crise vai fazer isso, traz essa característica de recordes negativos”.

Segundo os dados, dos 22 setores analisados, 19 apresentaram resultados negativos. O setor que mais demitiu foi o de veículos automotores, reboques e carrocerias (7.804), seguido de confecção de artigos de vestuário e acessórios (4.309), produtos de borracha e de material plástico (3.699), produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (2.951) e produtos alimentícios (2.366). “Os setores que sentem primeiro a crise são aqueles mais ligados a crédito e aqueles ligados à renda demoram mais a sentir", constatou Francini.

Segundo ele, o resultado não foi pior do que o esperado e a demora da chegada da crise ao país serviu para fazer com que o Brasil percebesse quais os efeitos da crise em outros lugares. “Ela promove isso mesmo que estamos assistindo. Portanto, enxergar isso com antecipação não é pessimismo, é realismo”. Ele disse que não existe apenas uma medida a ser tomada para amenizar os efeitos da crise, e sim uma seqüência de medidas. (Agência Brasil - Flávia Albuquerque)



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