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Economistas estão pessimistas quanto à situação da América Latina, constata FGV 19/02/2009

 

Rio de Janeiro, 18/02/2009 - Os economistas da América Latina estão mais pessimistas que os demais em relação aos efeitos da crise financeira internacional sobre seus países. Índice divulgado hoje (18) pela Fundação Getulio Vargas (FGV) mostra que a expectativa dos especialistas latinos em relação aos próximos seis meses está em 2,3 pontos, contra 3,1 da média mundial.

O estudo, realizado em parceria com o Instituto Alemão IFO, também revela que a avaliação dos especialistas da América Latina sobre a situação atual ainda é melhor que a dos outros países. Na média, o índice obteve 3,4 pontos, ante 2,5 pontos no mundo. Quanto mais perto de um ponto, pior a situação.

De acordo com o economista da FGV Aloísio Campelo, há uma certa “defasagem” das análises latino-americanas em relação à média mundial, porque os países desenvolvidos entraram em fase de desaceleração mais cedo, no terceiro semestre de 2008, quando as economias latinas ainda estavam bem.

“É normal que haja alguma defasagem”, afirmou. “Na Europa Ocidental, as previsões são mais favoráveis do que em outubro, na última pesquisa. Lá, já se vislumbra a possibilidade de recuperação ao final do [primeiro] semestre, porque o ambiente econômico já piorou muito nos últimos meses”.

Embora a sondagem econômica para a América Latina tenha captado uma avaliação um pouco mais favorável que a média mundial, Campelo ressaltou a pontuação “vem piorando”, desde a pesquisa passada, em outubro, quando o Índice de Situação Atual da região era de 4,2 pontos e o mundial era de 3,7. 

O economista explicou também que embora a pesquisa considere que o continente entrou em fase de recessão desde outubro, de acordo com critérios metodológicos próprios da pesquisa, ainda não há informações na economia real que confirmem essa situação, apenas uma desaceleração.

“Temos um sinal de que a avaliação sobre a situação atual não é o grande problema. Há um componente forte de incerteza nas medidas econômicas que estão sendo tomadas em todo mundo”, afirmou o economista.

Campelo completou dizendo que, com o pacote econômico aprovado pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pode ser que, na próxima sondagem, em março, as estimativas para o futuro melhorem. (Agência Brasil - Isabela Vieira)



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