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Inflação em São Paulo teve queda em fevereiro, segundo cálculo do Dieese 09/03/2009

 

São Paulo, 9/03/2009 - O Índice do Custo de Vida (ICV), calculado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), teve variação de 0,02%, em fevereiro, bem abaixo da variação de janeiro (0,69%). As principais influências foram as quedas verificadas em alimentação (-0,24%) e vestuário (-1,02%).

De acordo com a pesquisa, no segmento alimentício, os produtos in natura e semi-elaborados foram os que mais caíram de preço, destacando-se as frutas com ofertas de até (-2,46%) abaixo das encontradas em janeiro. Os legumes ficaram (-1,28%) mais baratos e já as hortaliças subiram em média 9,97%), entre as quais a alface (12,77%), escarola (12,68%) e agrião (10,57%). Os itens do subgrupo raízes e tubérculos aumentaram 3,06%, destacando-se a cenoura (8,61%), a beterraba (8,43%) e batata (5,23%).

O que ajudou a derrubar a inflação, além das frutas, foram o arroz (1,49%) e o feijão (3,83%), seguido pelas carnes (-2,67%). Alimentar-se fora de casa ficou ligeiramente mais caro (0,72%) e para comprar os produtos industrializados, o consumidor pagou em média 0,54% mais. Entre as maiores altas do período foi o açúcar (7,19%).

Na análise técnica, o Dieese destaca que, no caso do vestuário, as liquidações das roupas houve uma queda na média de 1,48% nos preços desses artigos e dos calçados (-0,23%). Em contrapartida, ocorreu elevação de 0,29% em transporte, puxado pelo reajuste de 0,88% no transporte coletivo, resultado dos aumentos de 3,62% nas tarifas do metrô; de 5,92% nos ônibus intermunicipais; de 4,69% nos trens de subúrbios.

A expectativa do órgão é de que essas correções continuem a impactar a inflação, neste mês de março. Em fevereiro, a pesquisa apurou ainda que em habitação a taxa foi positiva em 0,22%, com destaque para o subgrupo locação, impostos e condomínio (0,93%), sendo influenciado, principalmente, pelo aumento dos aluguéis (1,99%)

Segundo o levantamento paralelo realizado pelo Dieese sobre o impacto inflacionário em três níveis de renda, as famílias mais pobres tiveram deflação no período. As que pertencem a faixa de renda na ordem de R$ 377,49 tiveram o custo de vida reduzido em (-0,02%). Esse mesmo recuo inflacionário foi observado nas faixas intermediárias (R$ 934,17) e para quem ganha mais (R$ 2.792,90) a taxa variou positivamente em 0,04%.

Comparado a janeiro,segundo o Dieese, as três classes de renda indicam queda, sendo 0,37 ponto percentual no caso dos mais pobres; 0,47 ponto percentual para as famílias com renda da faixa intermediária e 0,84 ponto percentual no caso dos mais ricos.

Nos últimos 12 meses, o ICV subiu 5,95%. Mais uma vez, a elevação foi maior entre os mais ricos (6,04%). Para os mais pobres (6,01%) e os demais (5,72%). O mesmo ocorreu com variação do bimestre ( 0,71%), sendo maior entre os ricos (0,93%) e menor para os mais pobres (0,33%) e na faixa intermediária (0,44%).

Considerando os meses de janeiro e fevereiro nos subgrupos, educação e leitura aparece com a maior variação (5,9%) em consequência do reajuste das mensalidades escolares. Em despesas pessoais (1,31%). Já em vestuário, houve queda de 1,75% e alimentação recuo de 0,27%.

No acumulado dos últimos 12 meses, as maiores altas foram: alimentação (8,16%), habitação (7,89%), educação e leitura (7,67%) e despesas pessoais (7,74%). E as maiores menores variações foram verificadas em: equipamento doméstico (-0,98%), vestuário (0,22%) e transporte (2,28%).

De acordo com a avaliação técnica do Dieese, a elevação dos preços dos alimentos no período acumulado foi influenciada pela maior valorização das commodities no mercado internacional, durante o primeiro semestre do ano passado. Para uma inflação na ordem de 3,63%, os alimentos aumentaram 7,8% e os itens não alimentícios (2,1%). Entre os itens de maior alta estão: o arroz (40,9%), óleo de soja (29,4%), farinha de trigo (27,4%), pão francês (20,0%), carne bovina (11%) e leite (4,4%). Após o segundo semestre até fevereiro deste ano, o grupo dos alimentos subiu 2,3% e o de não-alimentos (3,5%). (Agência Brasil - Marli Moreira)



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