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Após anúncio de demissão do presidente do BB, Anfavea avalia que “juro baixo é sempre bom” 08/04/2009

 

Brasília, 8/04/2009 - Ao comentar a possibilidade de redução da taxa de juros pelo governo – após o anúncio da demissão do presidente do Banco do Brasil, Antônio Francisco de Lima Neto –, o presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Jackson Schneider, avaliou hoje (8) que “juro baixo é sempre bom”.

Durante reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e representantes de centrais sindicais, ele afirmou que juros mais baixos permitem o acesso mais facilitado do consumidor ao mercado.

Questionado sobre a possibilidade de uma nova negociação com o governo para que haja redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os automóveis também no segundo semestre deste ano, Schneider disse que iria “especular” sobre o assunto e que a vigência estabelecida pelo governo – até 30 de junho – é o prazo com o qual o setor trabalha.

Já em relação à proposta do governo de reduzir o recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), ele avaliou que exonerar a folha de empresas é uma medida importante, sobretudo, para setores voltados à importação.

“Imposto sobre folha de produto, que é montado aqui, significa exportar imposto. Tudo o que for direcionado a gerar mercado ajuda, inclusive, o emprego – sejam medidas vias imposto, crédito ou regulamentos burocráticos. Tudo isso tem que ser olhado”, disse Schneider.

Sobre novas demissões no setor automotivo, Schneider ressaltou que as montadoras optaram pelos cortes por conta da queda da exportação, mas que há um compromisso, até 30 de junho, de manutenção da mão-de-obra – exceto em casos de programa de demissão voluntária, acordos sindicais e contratos com prazos determinados. “Essa manutenção vai ser respeitada”, garantiu o presidente da Anfavea.

Schneider destacou, também, que não espera a recuperação das exportações no setor ainda neste ano e que se mantém “otimista” apenas em relação ao mercado interno brasileiro. Para ele, o país apresenta condições “melhores do que as vistas mundo afora” de reagir de forma “rápida e contundente à crise. Lá fora, infelizmente, em um curto prazo, não espero reação do mercado”, concluiu. (Agência Brasil - Paula Laboissière)



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