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Cesta básica sobe de preço na maioria das capitais, constata Dieese 06/05/2009

 

São Paulo, 6/05/2009 - O preço da cesta básica subiu no mês de abril, comparado ao de março, em dez das 17 capitais onde é feita a pesquisa mensal do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Mas, quando é feita análise desde o início do ano, o número de capitais com preços em queda sobe para 15, inclusive nos locais que lideram as altas verificadas em abril: João Pessoa (5,32%), seguida por Fortaleza (3,95%) e Belo Horizonte (3,85%).

No acumulado do ano, entretanto, a capital da Paraíba ainda tem um custo 8,24% menor do que em igual período do ano passado, com o valor dos produtos da cesta totalizando R$ 184,02, o terceiro menor da lista de capitais pesquisadas. Fortaleza tem o quarto menor custo (R$ 186,28), ou 5,59% inferior aos quatro primeiros meses de 2008. Em Belo Horizonte, também foi constatado no ano variação em baixa de 6,82%, porém, o valor é o quarto maior da pesquisa: R$ 214,55.

A cesta mais cara foi verificada em Porto alegre (R$ 234,81), mas com uma queda de 1,64% sobre o mês março, seguida por São Paulo (R$ 225,63) ou 1,68% acima do mês anterior. No acumulado do ano, a capital gaúcha teve redução de 7.87%, e a paulista, de 5,79%.

Tanto em relação a março quanto no acumulado do ano, Aracaju foi a que apresentou a queda mais expressiva com (-15,27%) e (-2,58%), respectivamente. Para comprar os produtos básicos, em abril, o consumidor desembolsava em média R$ 163,76. O segundo menor custo foi constatado em Recife (R$ 176,65), mas com alta de 0,67% sobre março e queda de 3,79% no ano.

Em 11 capitais, os destaques em relação aos produtos que mais subiram de preço são: leite, açúcar e manteiga. Na lista constam ainda elevação do café e tomate em dez capitais, e a batata foi reajustada para cima em nove localidades. Pelos cálculos do Dieese, o comprometimento da renda do trabalhador para aquisição da cesta básica foi reduzido para R$ 1.972,64, o equivalente a 4,24 vezes o salário mínimo em vigor (R$465) . Em março, esse valor era de R$ 2.005,57 ou 4,31 vezes. (Agência Brasil - Marli Moreira)



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