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Mercado financeiro prevê crescimento da economia em 0,4% com redução de juros 17/03/2009

 

Rio de Janeiro, 17/03/2009 - O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, que é a soma dos bens e serviços produzidos no país, vai crescer este ano 0,4%, como reflexo da crise financeira internacional. Essa é a primeira projeção do ano para a economia brasileira divulgada pelo comitê de acompanhamento macroeconômico da Associação Nacional das Instituições do Mercado Financeiro (Andima).

“Os resultados da produção industrial de janeiro já deram uma sinalização de que, de fato, a economia brasileira vai crescer menos. E, portanto, teremos mais espaço para a redução dos juros, sem afetar a meta de inflação”. A análise foi feita hoje (17) pela economista Valéria Areas, superintendente da área técnica da Andima, responsável pelo comitê.

De acordo com o cenário traçado pelos economistas de diversas instituições financeiras, que integram o comitê da Andima, a taxa básica de juros Selic deverá atingir em dezembro deste ano a média de 9,71%, “a menor taxa dos últimos anos”, segundo destacou a superintendente. Por outro lado, a inflação acumulada no período, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ficará em 4,44%, dentro da meta estabelecida pelo governo de 4,5%.

Valéria Áreas destacou que o cenário externo ainda é motivo de preocupação e vai influenciar diretamente a economia brasileira. Ela observou que a extensão da crise depende em grande parte do grau de ajuste nas expectativas de crescimento global, de quando esse crescimento será retomado, e dos conseqüentes graus de aversão a risco dos agentes econômicos.

"O comitê fará um acompanhamento permanente da condução da política contracíclica do governo brasileiro", disse Valéria. Apesar da grande incerteza que ainda existe no horizonte, ela acredita que a economia brasileira deve apresentar melhoras a partir do último trimestre deste ano.

Para 2010, o comitê projeta crescimento de 3,3% para o PIB, com a taxa Selic média em dezembro de 9,62%. A inflação deve se manter no mesmo patamar de 2009, ou seja, em torno de 4,44%, avalia o comitê. (Agência Brasil - Alana Gandra)



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