Câmara do Japão
Japonês
Buscar: OK

Tópicos

 

 

 

 

 

 

(426)Você está em:
  • Home »
    • Câmara
      • » Notícias

Notícias

Selecione datas para filtrar: a OK
Seminário da OIT discute falta de políticas públicas na área social 18/03/2009

 

Brasília, 17/03/2009 - A falta de políticas públicas efetivas na área social foi um dos temas mais discutidos hoje (17) no seminário Trabalho e família: compartilhar é a melhor forma de cuidar, promovido pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) e pelo Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (Unifem).

De acordo com a coordenadora da área de igualdade de gênero e raça da OIT, Solange Sanches, as poucas políticas existentes não são capazes de responder aos desafios atuais, como o aumento do número de mulheres no mercado e a intensificação do trabalho.

“Foi por isso que a OIT produziu um relatório regional sobre a América Latina e está produzindo, com o apoio da SPM, um estudo nacional sobre o Brasil, com o intuito de fornecer informação para que os atores sociais possam desenvolver suas ações e suas políticas”, disse.

Para a professora da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas, também consultora da OIT e da SPM, Luciana Rosa de Souza, a escassez de políticas públicas é um problema tipicamente brasileiro. “Nós temos muitas ações pulverizadas e poucas efetivações”, afirmou.

 

O objetivo do seminário é ampliar as discussões sobre o equilíbrio entre família, casa e trabalho. Além disso, o evento propõe a articulação entre governo, empresários e trabalhadores.

“São poucas as oportunidades de ter esses três interlocutores juntos, para tentar construir um consenso, uma plataforma para levar a Genebra [onde será realizada a 98ª conferência internacional do trabalho, em junho]. É um momento muito importante, democrático, num cenário de crise, o que tem uma conotação mais relevante ainda”, disse Luciana.

O seminário, que se encerra amanhã (18), também tem a intenção de debater a convenção 156 da OIT, que recomenda a proteção aos trabalhadores com responsabilidade familiar. Segundo Solange, o Brasil ainda não ratificou o acordo, entretanto, algumas medidas na legislação trabalhista, como a licença-maternidade, oferecem esse amparo.

“Uma vez ratificada, a convenção vai ajudar a promover a igualdade de gênero, diminuir os conflitos e a sobrecarga das mulheres”, afirmou. (Agência Brasil )



Últimas

2020/01/21 » Brasil passou para quarto destino de investimentos no mundo em 2019
2020/01/21 » Inflação dos aluguéis acumula taxa de 7,91% em 12 meses, diz FGV
2020/01/21 » Guedes conversa com ministros suíços e CEOs de empresas em Davos
2020/01/20 » Mercado financeiro reduz estimativa de inflação este ano para 3,56%
2020/01/20 » Agência Brasil explica: quem pode ser um microempreendedor individual?
2020/01/17 » Varejo de SP espera crescimento de 5% em vendas de materiais escolares
2020/01/17 » Confiança do empresário do comércio tem melhor janeiro desde 2013
2020/01/17 » Dólar fecha acima de R$ 4,19, no maior valor desde início de dezembro
2020/01/17 » Atividade econômica cresce 0,18%, diz Banco Central
2020/01/16 » Dataprev é incluída no Programa Nacional de Desestatização
2020/01/16 » Ipea: alíquota de novo imposto proposto em PECs deve ficar em 27%
2020/01/16 » Inflação pelo Índice Geral de Preços–10 cai de 1,69% para 1,07%
2020/01/15 » Governo quer vender R$ 150 bi em participações em empresas em 2020
2020/01/15 » Novo reajuste do mínimo pode ter impacto de R$ 2,13 bi no Orçamento
2020/01/15 » Mochilas pesadas na infância podem acarretar problemas na fase adulta
2020/01/14 » Consumidor espera saldões para comprar com desconto produto mais caro
2020/01/14 » IR: contribuinte não poderá deduzir gasto com previdência de doméstica
2020/01/14 » Petrobras reduz preço da gasolina e diesel nas refinarias
2020/01/13 » Migração de empregadores para eSocial só terminará em 2023
2020/01/13 » Agronegócio brasileiro exportou US$ 96,8 bilhões em 2019

Ver mais »