Câmara do Japão
Japonês
Buscar: OK

Tópicos

 

 

 

 

 

 

(426)Você está em:
  • Home »
    • Câmara
      • » Notícias

Notícias

Selecione datas para filtrar: a OK
Brasil é destaque entre os países que reduziram a taxa de desemprego entre 2003 e 2007 19/03/2009

 

Rio de Janeiro, 18/03/2009 - Dados comparativos do mercado de trabalho brasileiro com o de outros países, no período de 2003 a 2007, mostram que o Brasil tem posição de destaque na política de redução da taxa de desemprego, beneficiando-se do movimento de crescimento da economia mundial, ao contrário do que ocorreu em outras nações. A conclusão é do estudo do economista Antonio Marcos Hoelz Ambrozio, da Área de Pesquisas Econômicas (APE) do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

A pesquisa divulgada hoje (18) selecionou os países que não tiveram mudança de metodologia ao longo do tempo, permitindo a medição do ganho ou da perda de dinamismo no mercado de trabalho. “O que a gente vê é que entre os países que a gente está considerando aqui [na pesquisa], o Brasil tem um dos melhores desempenhos”.

O país saiu de uma taxa de desemprego de 12,3%, em 2003, para 9,3%, em 2007, revelando uma queda de 3,3 pontos percentuais. “E o mais interessante é que em 2008 esse movimento continuou, quando tinha sido revertido em boa parte dos países”, disse. De 2007 até o terceiro trimestre de 2008, a queda na taxa de desemprego alcançou 1,2 ponto percentual. Na média dos 20 países analisados, a redução do desemprego foi de 1,9 ponto percentual entre 2003 e 2007.

O estudo já evidencia efeitos da crise internacional. No caso dos Estados Unidos, por exemplo, os dados do mercado de trabalho começam a se deteriorar desde o segundo semestre de 2007. A taxa de desemprego norte-americana era de 4,6% em 2007 e em 2008, até setembro, já havia subido para 5,5%. “O desemprego americano começa a subir muito em 2007 e, principalmente a partir de 2008 em diante, enquanto no Brasil continuou caindo”, afirmou o economista. Os dados recentes, referentes a 2009, não foram incluídos no estudo.

Ambrozio ressaltou ainda que, em países como a China e Hungria, que tiveram taxas expressivas de crescimento econômico no período pesquisado, o efeito sobre o mercado de trabalho não foi bom. “Uma coisa que poderia explicar isso é que um país, quando sofre uma transformação estrutural, ou seja, uma abertura comercial, ele tende a ter uma desaceleração no emprego no momento do choque”, disse.

Para o economista, essa transformação, no Brasil, se verificou nos anos 90, enquanto na China e na Hungria esse processo de ajuste tecnológico e de abertura comercial ainda estaria em curso. Segundo Ambrozio, o ajuste promovido no Brasil abriu espaço para se ter um aumento conjunto do nível de emprego e de crescimento econômico. (Agência Brasil - Alana Gandra)



Últimas

2019/12/13 » Estados Unidos e China concluem Fase 1 de acordo comercial
2019/12/13 » Grandes municípios perdem participação no PIB ano a ano, mostra IBGE
2019/12/13 » FGTS poderá distribuir mais que 50% dos lucros, informa governo
2019/12/12 » Receita faz nova operação de malha fina em empresas
2019/12/12 » Saúde amplia público para vacinas contra febre amarela e gripe
2019/12/12 » Produção de ovos de galinha bate novo recorde no país, diz IBGE
2019/12/11 » Acesso digital a serviços públicos gera economia de R$ 1,7 bi por ano
2019/12/11 » Comércio varejista registra a sexta alta consecutiva em outubro
2019/12/10 » Inflação para família de baixa renda tem alta de 0,54% em novembro
2019/12/10 » Safra de 2020 deve bater recorde e chegar a 240,9 milhões de toneladas
2019/12/10 » Mais 2 milhões de pessoas passam a ter esgoto e água potável em casa
2019/12/09 » Novas tecnologias digitais aumentam produtividade de empresas
2019/12/09 » Estimativa para inflação sobe para 3,84% este ano
2019/12/09 » Brasil e Paraguai terão livre comércio de automóveis
2019/12/09 » Brasil mantém posição no Índice de Desenvolvimento Humano em 2019
2019/12/04 » Produção industrial cresce 0,8% em outubro
2019/12/03 » Faturamento da indústria sobe 1,3% em outubro, diz CNI
2019/12/03 » Venda de veículos novos cresce 4,38% em novembro frente a 2018
2019/12/03 » Com nova revisão da balança comercial, exportações sobem US$ 6,4 bi
2019/12/03 » Balança comercial fecha novembro com menor superávit desde 2015

Ver mais »