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Ata do Copom revela que futuras reduções de juros vão depender de aspectos herdados da inflação alta 20/03/2009

 

Brasília, 19/03/2009 - A avaliação do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central sobre o “espaço” para futuras reduções da taxa básica de juros, a Selic, vão levar em conta aspectos herdados do período de inflação muito alta no país. A informação consta da ata da última reunião do Copom, divulgada hoje (19). Na reunião, realizada quarta-feira (11) da semana passada, o colegiado decidiu reduzir os juros básicos de 12,75% para 11,25% ao ano.

“A avaliação do Copom sobre o espaço para flexibilização monetária adicional também leva em conta aspectos, resultantes do longo período de inflação elevada, que subsistem no arcabouço institucional do sistema financeiro nacional”, afirmou o colegiado na ata.

Para o economista Carlos de Freitas, ex-diretor do Banco Central, está claro que esse trecho da ata refere-se à discussão sobre a Taxa Referencial (TR), que remunera a poupança. Depois das reduções da Selic, há o temor do governo e de analistas de mercado que ocorra uma migração das aplicações em fundos de investimentos, remunerados pela Selic, para a poupança. Isso porque a poupança tem se tornado mais atrativa porque “tem um parâmetro que não depende das oscilações do mercado”, disse Freitas. Os depósitos em poupança são atualizados pela TR, acrescida de juros de 0,5% ao mês (6% ao ano), e não há incidência de imposto de renda.

 

“Esse sistema [da Taxa Referencial] é herança de um período de alta de inflação, em que não se imaginava que a taxa real [de juros] pudesse cair tanto”, afirmou Freitas.

 

Se houver a migração, o governo pode ter maior dificuldade para vender títulos e administrar a dívida pública e como a maior parte dos recursos da poupança depositados nos bancos é direcionada obrigatoriamente para financiamento de habitação, haveria redução da quantidade de dinheiro para empréstimos em outros segmentos.

 

Na última segunda-feira (16), em Nova York, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que vai analisar com a área econômica a possibilidade de mudança no cálculo do rendimento da poupança. (Agência Brasil - Kelly Oliveira)



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