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Camex intensifica monitoramento de importações que prejudiquem indústria nacional 26/03/2009

 

Rio de Janeiro, 26/03/2009 - A Câmara de Comércio Exterior (Camex) não detectou até o momento nenhum indício de importação danosa ao produto nacional na área de siderurgia, disse hoje (26) à Agência Brasil a secretária-executiva do órgão, vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Lytha Spíndola. “Mas, continuamos monitorando, porque sabemos que há excedentes de produção no mundo. E nos preocupa a defesa da indústria nacional”.

Lytha Spíndola participou de reunião do Conselho Empresarial de Relações Internacionais da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). Segundo ela, o governo está controlando permanentemente a entrada de cada produto considerado sensível, como o siderúrgico, “semanalmente, mensalmente, para ver se há algum surto de importação ou a preços desleais, abaixo do mercado, exatamente para combater práticas desleais”.

Por determinação do ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, as empresas brasileiras têm condições de entrar com medidas de defesa comercial para proteger a indústria que esteja afetada por concorrência desleal de outros países. “Ele determinou o encurtamento dos prazos de análise”. Lytha Spíndola informou que o governo está dando preferência, hoje, à aplicação de direitos provisórios, que podem ser colocados a partir de três ou quatro meses, para impedir importações desleais.

A proteção contra as importações predatórias é uma reivindicação do setor siderúrgico. Em entrevista recente à Agência Brasil, o vice-presidente executivo do Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), Marco Polo de Mello Lopes, revelou que as importações de bobinas a frio, bobinas a quente e chapas grossas, produtos que ainda estão dentro da lista de exceção da Tarifa Externa Comum (TEC), registradas no bimestre janeiro/fevereiro deste ano, representaram 10,3% do consumo aparente do setor.

Lopes lembrou que “o mundo inteiro está se protegendo por conta da crise”. E sugeriu que o Brasil deve adotar a mesma postura. “No momento em que você tem um mercado debilitado, o crescimento das importações não ajuda em nada. Nem ao setor e, na nossa visão, nem ao país”, disse. (Agência Brasil - Alana Gandra)



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