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Previsão da CNI para o PIB é de crescimento próximo de zero em 2009 26/03/2009

 

Brasília, 26/03/2009 - A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou hoje (26) projeções que apontam um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) próximo de zero.

O anúncio foi feito pelo gerente executivo de Política Econômica da entidade, Flávio Castelo Branco, durante divulgação do Informe Conjuntural, publicação da CNI.

A previsão anterior, feita em dezembro do ano passado, era de que o PIB fosse crescer 2,4% em 2009, mas a crise financeira fez com que a entidade revisse o número. De acordo com a entidade, será necessário o PIB crescer 1,5% nos próximos trimestres para igualar, na média, com o PIB de 2008.

“A crise se instalou de forma rápida e disseminada na economia. A tese do descolamento das economias emergentes fez com que elas demorassem a reagir, e percebe-se que, no mundo global, não há quem se descole da economia globalizada”, disse.

A CNI também espera que haja uma retração de 2,8% no PIB industrial em 2009. A indústria de transformação deverá sofrer o maior recuo, 4,5%. Outra que também deverá recuar é a indústria de extração mineral, 3,7%. Castelo Branco disse que esta é a “maior queda da produção industrial em 20 anos”.

Contudo, a entidade aponta que a construção civil deverá ter uma expansão de 0,4%, pois muitas obras estão em andamento desde o ano passado. Além disso, a CNI acredita que o programa habitacional lançado (25) ontem pelo governo possa incentivar a atividade no setor.

O consumo das famílias também deve cair. A projeção da CNI é de que haja uma queda de 0,9% no poder de compra das famílias. A taxa de desemprego deverá aumentar em 9,1% como reflexo da baixa atividade econômica da indústria, segundo as previsões da entidade.

A CNI também revisou a meta de inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 4,2%. A projeção anterior, feita em dezembro do ano passado, era de 4,8%. “Haverá queda nos preços ao consumidor, pois já teve queda no atacado. A trajetória de preços mais favoráveis abre espaço para queda na taxa de juros”, previu Castelo Branco. (Agência Brasil - Roberta Lopes)



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