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Brasil é "a bola da vez” em investimentos externos, diz Mantega 07/12/2009

Brasília - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou hoje (7), ao comentar o interesse de investidores externos no Brasil, que, além de ter sido hábil o suficiente para neutralizar os efeitos da crise financeira internacional, o país caminha para “um novo ciclo de crescimento”. Segundo ele, é natural que o país seja agora a “bola da vez”, no sentido de atrair capital estrangeiro depois de ter mostrado ao mundo que tem uma economia sólida.

Mantega enfatizou o salto das movimentações do mercado financeiro na área de derivativos da Bolsa de Valores, Mercadorias e de Futuros (BM&F/Bovespa), que, em 2001 (antes da união das duas bolsas, ocorrida no ano passado), eram de pouco mais de US$ 60 milhões e passaram para cerca de US$ 600 bilhões em 2008.

Apesar do sucesso lá fora, o ministro reiterou que o governo está atento para evitar o ingresso de capital especulativo. Mantega lembrou a recente medida de taxação desse tipo de recurso com o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). “Os investimentos de longo prazo são bem-vindos e posso garantir ao Paul Krugman que não haverá uma bolha porque estamos nos prevenindo para que ela não aconteça”, disse ele, referindo-se ao alerta dado na semana passada pelo economista e professor norte-americano, ganhador do Prêmio Nobel de Economia de 2008.

Hoje, o país reúne condições para levar adiante grandes empreendimentos previstos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), ressaltou Mantega, ao participar da abertura do seminário O Brasil nos Trilhos, em Guarulhos, na Grande São Paulo. Segundo ele, naquela época, seria uma irresponsabilidade pensar em uma obra como a que motivou o seminário: a implantação do trem de alta velocidade, o trem-bala, que ligará Campinas, no interior paulista, ao Rio de Janeiro.

A situação atual é diferente, porque há mais dinamismo na economia, o que torna imprescindível o trem-bala, destacou o ministro, lamentando que a obra ainda esteja na fase de avaliação do edital de concorrência.

“Levei uma hora para chegar da Marginal Pinheiros [via da zona oeste da capital paulista] até aqui [Guarulhos]. Se já tivéssemos o trem, gastaria cerca de dez minutos”, afirmou Mantega. Ele disse que, na última sexta-feira (4), viajando no trem-bala, percorreu em uma hora e meia os 400 quilômetros que separam as cidades de Berlim e Hamburgo, na Alemanha. (Agência Brasil - Marli Moreira)



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