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Taxa de desemprego na América Latina e no Caribe passou de 7% para 8,2% em 2009 27/01/2010

Brasília - A taxa de desemprego na América Latina e no Caribe aumentou de 7%, em 2008, para 8,2%, em 2009, segundo dados divulgados hoje (26) pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). O índice representa 4 milhões a mais de desempregados apenas no ano passado.

O relatório anual Tendências Mundiais do Emprego indica que a porcentagem de trabalhadores em situação de extrema pobreza estava entre 7% e 9,9% em 2009 – um incremento de até 3,3 pontos percentuais em relação à 2008. Em 2010, a estimativa é que o desemprego diminua levemente – até 8%.

Ao destacar o Brasil, a OIT lembrou que, antes do início da crise econômica, o crescimento econômico do país foi “robusto”, com média de 4,4% anual em termos reais, durante o período 2004-2007, e de 6,4% de crescimento acumulado nos três primeiros trimestres de 2008. O desemprego havia caído de 9%, em 2004, para 7,7%, em 2008, e o percentual de trabalhadores que contribuíam para o sistema de seguridade social ultrapassou os 50% em 2007, atingindo 52,1% em 2008.

“No entanto, o início da crise, em setembro de 2008, interrompeu o crescimento econômico e teve um impacto imediato e nítido sobre o emprego”, aponta o relatório. O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do quarto trimestre de 2008, em relação ao mesmo período do ano anterior, caiu para 1,3% – uma redução de 3,4% em relação ao trimestre anterior.

Como resultado da recessão, a taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas registradas na Pesquisa Mensal de Emprego (PME) aumentou de 7,3%, no quarto trimestre de 2008, para 8,6%, no primeiro e no segundo trimestre de 2009.

Já no terceiro trimestre de 2009, a OIT ressaltou que o crescimento econômico brasileiro foi retomado e que a taxa de desemprego nas principais regiões metropolitanas voltou aos níveis pré-crise – 7,9%, no terceiro trimestre de 2009, em comparação com 7,8 %, no terceiro trimestre de 2008.

“Registros da criação de empregos formais mostram que houve crescimento do emprego líquido desde fevereiro de 2009 e abril de 2009, no setor industrial, que foi o setor mais duramente atingido pela recessão”, revela o estudo. Entre janeiro e outubro de 2009, 1,2 milhão de empregos formais foram criados, o que representa um ganho de 3,6 % sobre o estoque de emprego de 2008. (Agência Brasil - Paula Laboissière)



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